Confira o que rolou na Quarta de Champions League

Imagem: www.espn.com


Por sua superioridade técnica, inclusive dentro do jogo,  dá para dizer que o Sevilla só pode lamentar o resultado da ida das oitavas-de-final da Champions. A vitória por 2 1 no estádio Ramón Sánchez-Pizjuán logicamente não foi ruim para os comandados de Jorge Sampaoli, que tiveram a posse de bola,  arremataram mais ao gol, mas viram o goleiro Schmeichel "fechar" o gol, deixando o Leicester vivo para o jogo da volta que acontece em março, no King Poder Stadium.

O Sevilla entrou em campo em um 4-2-3-1, apostando muito na posse de bola e nas jogadas pelos flancos. Pela direita, o lateral brasileiro Mariano fazia parceria com o extremo Pablo Sarabia, enquanto pela esquerda Sergio Escudero e Vitolo também atacavam com qualidade. Joaquín Correa, que perdeu um pênalti no começo do jogo, sofrido por ele mesmo, era o ponta de lança, enquanto Jovetic era o centroavante móvel. Já o Leicester apostava no seu tradicional 4-4-2, e nas transições rápidas.

Ainda no primeiro tempo,  Sarabia aproveitou bem assistência de Vitolo, e abriu o placar para os Andaluzes. Mesmo que após o gol sofrido, o Leicester tenha se soltado mais, o Sevilla ainda era melhor, e produzia volume para golear. Já no segundo tempo, o atacante montenegrino Stevan Jovetic deu uma linda assistência para Correa ampliar, no que parecia matar o confronto.  Mas só parecia.

Tudo por conta de um gol de Jamie Vardy, em jogada de Drinkwather nas costas de Mariano. O triunfo por 2 a 1, logicamente ainda deixa os Blanquirojos em vantagem, mais foi quase uma vitória com sabor de derrota,  por conta das circunstâncias.

Juventus também vence


A Juventus foi ao Estádio do Dragão nesta quarta-feira, e derrotou o Porto por 2 a 0, com gols de Pjaca e Daniel Alves,  ambos saídos do banco de reservas. Sim,  a expulsão de Alex Telles aos 27 minutos de jogo prejudicou o Porto,  mas ficou clara a superioridade da equipe italiana.

Desde o começo do jogo,  a Juventus,  no seu habitual 4-2-3-1, procurou controlar o jogo com posse, enquanto o Porto se fechava e buscava a transição rápida, ainda mais depois de ficar com 10 homens em campo.  O problema, é que a Juventus controlava bem até mesmo os contragolpe portistas,  e quase não foi ameaçada nos 60 minutos de superioridade numérica.

No segundo tempo do jogo,  a Juve foi martelando, e após usar o seu banco, chegou ao triunfo,  que lhe dá uma certa tranquilidade para a volta, em março, quando atuará em casa,  no Juventus Stadium.




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