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O Leicester não vinha fazendo uma boa Premier League, e menos ainda Jamie Vardy. Neste segundo semestre, os Foxes priorizaram a fase de grupos da UEFA Champions League, e nela foram muito bem. Mas ver o time lutando na parte debaixo da tabela, e com seu artilheiro vivendo longos jejuns sem marcar, não é algo que os torcedores esperavam. E neste sentido, a vitória por 4 a 2 sobre o Manchester City, pode significar uma grande retomada.

O começo de jogo do Leicester, logo aproveitou as falhas de um City frágil atrás. Sem Otamendi, Fernandinho e Aguero, Pep Guardiola mandou ao campo um sistema com três defensores, mas apenas um zagueiro central de fato (Stones), e com Zabaleta de volante. Totalmente desentrosada a defesa parecia atônita, e ficou ainda mais apavorada quando, com dois minutos de jogo, Slimani recebeu entre as linhas de marcação e acionou Vardy, em velocidade. O artilheiro se livrou de Bravo, e mandou para o fundo das redes. Na sequência, Andy King ainda desferiu um arremate bastante fortuito, para ampliar.


Os dois gols sofridos abalaram bastante o Manchester City, que não se encontrava em campo. O Leicester tinha os espaços para trabalhar como gosta, apostando nas bolas longas e nas transições rápidas. E assim, chegou ao terceiro gol, em uma conexão Mahrez-Vardy.  O argelino recebeu uma bola longa e pifou o inglês na cara de Cláudio Bravo.  Novamente, o artilheiro apenas driblou o goleiro chileno para balançar as redes.

Já na segunda etapa,  Vardy fez o seu terceiro gol,  aproveitando uma falha de Stones, que recuou mal para Bravo.  Nesta altura, o City já era melhor no jogo,  e tinha 78% de posse de bola. Até descontou,  nos últimos oito minutos, amenizando o resultado com gols de Kolarov e Nolito.

Uma derrota preocupante,  e que expôs as fraquezas do City.  O elenco ainda é raso,  sobretudo na zaga e no ataque, e cheio de jovens, que podem sentir em momentos assim.  A força ofensiva do City é dependente de Aguero,  e quando ele está fora de combate,  suspenso ou em uma má jornada,  o clube azul de Manchester sofre bastante. Guardiola terá trabalho, mas é competente, e pode sim conduzir os Citizens ao título desta,  ou de futuras edições da Premier League.

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