Chelsea soube sofrer para tirar a invencibilidade do Tottenham na Premier League


Imagem: Telegraph

O Tottenham enfim voltou a jogar bem, mas mesmo assim conheceu a sua primeira derrota na Premier League. Tudo, por conta da espetacular atuação do Chelsea, que mesmo tendo sido inferior na primeira etapa, foi brutal no segundo tempo, e segue líder da Premier League.

Mais uma vez o argentino Mauricio Pochettino mostrou por quais motivos é considerado um dos melhores treinadores do mundo. Com uma marcação pressão alta e muito forte, sobretudo nos dois volantes do Chelsea, N'Golo Kanté e Nemanja Matic, os Spurs encurralaram os Blues, que não sabiam o que fazer com a bola.

Sem conseguir acionar Eden Hazard e Diego Costa, o Chelsea perdia poder de fogo. Para neutralizar as descidas do belga, Pochettino trancou o lateral austríaco Kevin Wimmer, segurando também Wanyama. Assim, o Tottenham sempre tinha quatro homens de defesa para segurar os três atacantes do Chelsea, tendo muita segurança para ir ao ataque. Por outro lado, Son Heung Min jogava nas costas do setor defensivo direito do Chelsea, Harry Kane bagunçava a zaga, e ambos abriam bons espaços para os armadores, Dele Alli e Christian Eriksen trabalharem pelo meio. E foi com assistência do inglês,  que o dinamarquês marcou um golaço, para abrir o placar.


Contudo, o Chelsea soube sofrer, e contou com o talento de seus atacantes para virar o jogo. Faltando poucos minutos para acabar o primeiro tempo, o espanhol Pedro Rodríguez marcou um golaço, para deixar tudo igual.  E o segundo tempo de Diego Costa, foi sensacional. Logo aos seis minutos, o artilheiro arrancou do meio-campo, chegou na linha de fundo, e cruzou para o nigeriano Victor Moses decretar a virada.


Sem energia por conta do esforço feito no primeiro tempo, os comandados de Pochettino pareciam fisicamente esgotados, e sentiram o golpe. O Chelsea passava a ter o placar ao seu favor, e poderia só se defender, para assegurar os três pontos, em uma vitória importantíssima.

Prêmio ao time que soube superar as dificuldades, e quando não teve um coletivo bem afinado, contou com as individualidades de seu ataque, para punir um Tottenham que tem mantido bom nível, mas parece ter batido em seus próprios limites.
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