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Às vezes, as equipas pequenas também tem seus momentos de Glória. E dentro deste grupo de pequenos que viveram momentos de glórias de gigantes, está o Parma, que na década de 1990 viveu uma era de ouro. O dinheiro da Parmalat ajudou muito a equipe, que fez História, e teve em suas fileiras, diversos craques.


O Parma só conseguiu alcançar a Série A italiana na temporada 1990/91, na época comandado por Nevio Scala, e com nomes de peso, como o goleirão Cláudio Taffarel e o meio-campista sueco Tomas Brolin. Era o começo de uma era de sequência de quatro conquistas importantes, que começaria na temporada seguinte: O Parma seria campeão da Coppa Italia na temporada 1991/92; da Recopa Europeia em 1992/93; da Supercopa Europeia na temporada 1993/94, derrotando o Milan em duelo italiano e da Copa da UEFA 1994/95, após uma grande campanha. Até chegar na decisão, o Parma eliminou Vitesse, AIK, Athletic Bilbao, Odense e Bayer Leverkusen. A decisão foi mais uma vez italiana, só que agora contra a Juventus. Na ida, em Parma, vitória por 1x0 do time da casa. Na volta, empate em 1x1, e festa da equipe Gialloblú, que assim conquistava pela primeira vez o torneio.

Após uma temporada sem títulos, os dirigentes do Parma foram às compras no verão europeu de 1996, e a primeira contratação foi a de Carlo Ancelotti para o comando técnico. Na sequência, desembarcaram Hernan Crespo e Lilian Thuram, se juntando a nomes como os já badalados Dino Baggio e Enrico Chiesa e os promissores Buffon e Cannavaro. Estava formado um esquadrão que entraria para a História do Futebol Europeu.

Já na temporada 1996/1997 o Parma chegou a brigar pelo título italiano, só não sendo capaz de bater a Juventus. Mas, pelo menos, alcançou a vaga na Liga dos Campeões 1997-1998, onde eliminou o Widzew Lodz da Polônia na primeira fase eliminatória. Na fase de grupos, a equipe não conseguiu avançar, em uma chave que ainda tinha o Borussia Dortmund, o Sparta Praga e o Galatasaray, despedindo-se da possibilidade de conquistar o sonhado título máximo europeu.

Na temporada 1998-1999, mais craques foram contratados pela Parmalat. Chegaram Verón, Balbo, Fuser e Boghossian, todos destaques de outras equipes no Futebol Italiano. Estava formado o esquadrão gialloblu que faria história mais uma vez, e só faltava contratar alguém para comandar o elenco. O treinador escolhido foi Alberto Malesani, que vinha de boas campanhas com o Chievo e com a Fiorentina.

Na temporada 1998-1999, o Parma conquistaria o bicampeonato da Copa da UEFA, após bater o Olimpique de Marselha na final por 3 a 0, depois de passar por Fenerbahçe, Wisla Cracóvia, Rangers, Bordeux e Atlético de Madri. Também venceria a Coppa Italia, derrotando a Fiorentina na decisão. Ainda começou a temporada 1999-2000 conquistando a Supercopa da Itália, derrotando o Milan, no San Siro, por 2x1, naquele que seria o seu último momento de glória.


Posteriormente, no começo dos anos 2000, a quebra da Parmalat causaria um êxodo enorme de craques do clube. A agremiação foi se deteriorando, até decretar falência em 2015. No momento, o clube vem subindo, divisão por divisão, desde a série D, na expectativa de em breve estar de volta a elite.






Ficha técnica da Final da Copa da UEFA 1994-1995

Juventus: Peruzzi, Torricelli, Jarni, Ferrara, Porrini, Sousa, Di Livio (Carrera), Marocchi (Del Piero), Vialli, Roberto Baggio, Ravanelli. Técnico: Marcello Lippi

Parma: Bucci, Benarrivo (Mussi), Di Chiara (Castellini), Minotti, Susic, Couto, Fiore, Crippa, Dino Baggio, Zola, Asprilla. Técnico: Nevio Scala

Ficha técnica da Final da Copa da UEFA 1998-1999


Parma: Buffon; Thuram, Sensini, Cannavaro e Vanoli; D. Baggio, Fuser, Boghossian e Verón (Fiore); Crespo(Balbo), Chiesa(Asprilla).

Olympique de Marselha:
Porato, Blondeau, Blanc, Domoraud e Édson da Silva (Camara); Issa, Brando, Bravo e Gourvennec; Pirés, Maurice. Técnico: Rolland Courbis

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