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A Liga dos Campeões surgiu graças às idéias de um francês, mas curiosamente, nenhuma equipe do País conquistou a competição até o começo dos anos de 1990. Por mais que Stade Reims, Bordeux e Saint Etienne tenham tido grandes times nos anos 50, 60 e 70, nenhum deles foi capaz de escalar até o cume da Europa.

Justamente neste período de tansição do continente europeu e da Champions League em si, o Olympique de Marselha de Marselha dominava o Futebol Francês. Contudo, a equipe havia perdido em 1991 a final da competição para o Estrela Vermelha nos pênaltis, falhando na tentativa de trazer enfim a taça da Liga dos Campeões para o Território francês, algo que até 1993 nunca havia acontecido.

Para isto, o Marselha melhorou um time que já era muito forte: Contratou o sensacional goleiro Barthez, o centroavante croata Boksic, o bom lateral Angloma, o exelente meia alemão Völler e o grande Marcel Desailly paar a zaga. A perda a se lamentar foi a do atacante Papin, vencedor da Bola de Ouro em 1991. Ele foi jogar no Milan.


O Marseille começou a Liga dos Campeões de 1992-1993 ,eliminando os Norte-Irlandeses do Glentoran e os romenos do Dinamo Bucaresti. Na sequencia, havia um fase de grupos. Os franceses caíram na Chave A, com Rangers, Club Brugge e CSKA.


O grupo foi totalmente equilibrada. O primeiro turno do grupo terminou com Rangers e OM dividindo a liderança com quatro pontos, o Brugge com três e o CSKA com um. No começo do returno, o Marseille aplicou 6 x 0 nos russos, mas viu o Rangers vencer o Brugge, e seguir na perseguição pela vaga. Na rodada seguinte, as equipes se enfrentaram,, empatando em 1 x 1 em Marselha, com a decisão ficando para a última partida mesmo. O time da Escócia só empatou em 0 x 0 com o CSKA, e o Marselha agradeceu, pois com a vitória por 1 x 0 sobre o Brugge garantiu a vaga na decisão. No grupo B, o Milan ,passou por IFK Gotemburgo (SUE), Porto (POR) e PSV Eindhoven (HOL), vencendo todas as seis partidas que disputou, e também chegando à final.

Era a final de sonhos. De um lado, craques como Barthez, Angloma, Boli, Desailly, Di Meco, Deschamps, Abedi Pelé, Völler e Boksic, e do outro, os superstars do time Italiano ,como Baresi, Maldini, Tassotti, Costacurta, Albertini, Rijkaard, Donadoni e Van Basten, todos sob a batuta do técnico Fabio Capello, um mestre na arte de armar equipes de futebol.


E com um gol do zagueiro Boli, aos 43´do primeiro tempo, o Olimpique de Marselha venceu a partida. Pela primeira vez na história um clube francês conquistava a Liga dos Campeões.

Quase 40 anos depois de Gabriel Hanot e o L'Equipe terem a idéia de criar uma Taça dos Campeões Europeus, uma equipe francesa tinha finalmente trazia o troféu para casa. Dias tristes e escândalos viriam pela frente, no entanto. No caso, o escândalo que os franceses chamariam de Affair VA-OM; um zagueiro do Valenciennes, Jacques Glassmann assegurou ao seu técnico que foi procurado na tentativa de acertar o resultado de uma partida entre o clube e o OM pela Ligue 1. Jorge Burruchaga e Christoph Robert também haviam sido contatados, e supostamente, corrompidos.

Os dois atletas foram suspensos, e o Olympique teve o seu título francês da temporada 1992/93 retirado. O Título Europeu no entanto continuou com o clube, por se tratar de outro torneio.

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