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Chegou a hora. Enfim o Brasil tem a chance de jogar um grande torneio em casa. Depois de bater na trave em duas finais de Jogos Olímpicos (Atenas-2004 e Pequim-2008) e em uma de Mundial (China-2007), Marta, Cristiane, Formiga e companhia, tentam conduzir a seleção canarinho ao esperado ouro, mesmo sem parte da grande geração que brilhou na década passada, e com vários adversários de peso pelo caminho.


Se os resultados do Brasil foram fantásticos na década passada, o mesmo não pode ser dito nos últimos 4 anos. Depois de cair nos pênaltis diante dos EUA na Copa do Mundo de 2011, o Brasil vem acumulando vários insucessos. O país, que nunca ficou de fora do torneio olímpico, apenas em Londres-2012 não conseguiu, quando caiu diante do Japão ainda nas quartas de final. Frustração semelhante à eliminação para a Austrália nas Oitavas de final da Copa do Mundo de 2015.


O trabalho de renovação da equipe, não se deu da melhor maneira. Se na década passada, jogadoras como Daniela Alves, Elaine e Michael davam sustentação para as estrelas, hoje a equipe conta com algumas promessas, que tentam se afirmar no sempre instável cenário do futebol feminino no Brasil.


O técnico Oswaldo Alvarez assumiu a Seleção Brasileira em abril de 2014, com a missão de reestruturar a equipe. A colocação de Vadão no cargo de máximo comandante é apenas uma tentativa de arrumar a ponta do iceberg. Por mais que o futebol feminino tenha evoluído muito no Brasil nos últimos anos, alguns grandes clubes ainda sequer trabalham com a modalidade, dificultando muito a "produção" de jogadores em quantidade, e diminuindo a chance de se encontrar ainda mais qualidade.


Neste sentido, ganhar uma medalha olímpica, ainda mais de ouro, no País, seria a chance para ampliar ainda mais a modalidade, e dar sustentação para uma geração que está vindo aí, e que em breve terá a missão de manter o país entre as potências do futebol feminino. A rainha Marta, eleita 5 vezes a melhor jogadora de Futebol do Mundo, busca a sua coroação definitiva. Cristiane, a sua fiel escudeira nos tempos das finais, vem de uma excelente temporada no Paris Saint-Germain, onde atuam também Érika e Rosana. As quatro, ao lado da experiente Formiga, que aos 38 anos segue jogando com toda a sua qualidade, devem formar a espinha dorsal de uma equipe que conta com alguns bons novos valores, como Andressa Alves, em busca de afirmação.


O Brasil está no grupo E do torneio olímpico de futebol, ao lado de África do Sul, China e Suécia. Parece favorito contra as duas primeiras, e deverá brigar com as suecas pela 1° posição da chave. Nos mata-matas, fica difícil prever muita coisa. Equipes como o Canadá e Austrália poderiam pintar no caminho nas quartas de final. Adversários difíceis, mas que o Brasil está acostumado a derrotar. Chegando no Top Four, EUA, Alemanha e França parecem ser os maiores adversários na luta por medalhas. Seleções de muita qualidade, mas com a torcida ao seu favor, se espera que estas meninas, que já são de ouro, possam enfim subir no lugar mais alto do pódio.


Lista de convocadas:

Goleiras: Barbara e Aline
Defensoras: Rafaelle, Erika, Fabian , Bruna Benites, Mônica, Tamires e Poliana
Meio-campistas: Marta, Thaisa, Formiga e Andressinha
Atacantes: Debinha, Beatriz, Cristian, Andressa Alves e Raquel

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