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Todas as grandes nações futebolistas já venceram ao menos uma vez uma grande taça. Todas tem ao menos um torneio continental ou uma Copa do Mundo no currículo. Talvez, as exceções são justamente Suécia e Portugal. Os suecos viveram o seu quase na Copa do Mundo de 1958, enquanto os portugueses chegaram quase ao topo na Euro 2004. A derrota para a Grécia, em casa, mesmo já passados 12 anos, ainda não foi digerida. Sob o comando de Fernando Santos, o selecionado luso vai à França tentando espantar um fantasma do passado, mas já de olho em um futuro ainda mais promissor.

Desde 2000, Portugal não falha uma Euro ou Copa do Mundo. A geração de Luís Figo, seguida da de Cristiano Ronaldo, colocou Portugal entre os grandes, o que explica a condição de cabeça de chave, que aliada à sorte, trouxe uma chave teoricamente fácil. O grupo F da competição, tem ainda Islândia, Áustria e Hungria, três seleções que de frágeis não tem nada, mas não são das potencias do continente.

Portugal leva à Euro parte da promissora geração vice-campeão do Europeu Sub-21 em 2015. O técnico Fernando Santos deverá armar a sua equipe no 4-3-3, dando ampla liberdade para aquele que é de maneira indiscutível o maior jogador europeu do Século XXI: Cristiano Ronaldo. O gajo vai à França com fome para quebrar mais recordes. Se marcar ao menos quatro gols nesta Euro 2016, Cristiano Ronaldo superará Platini como o maior artilheiro da história das Eurocopas.

Portugal tem Cristiano Ronaldo, mas não é só ele. Há um time muito bom, que começa no confiável goleiro Rui Patrício, passa pelo lateral-direito Vieirinha (Cedric também pode atuar por aqui), e tem como um dos grandes pilares na dupla de zaga, formada por Pepe e Bruno Alves. O madridista, ainda é um dos melhores defensores do planeta, o que garante uma solidez defensiva necessária. A lateral-esquerda seria ocupada por Fabio Coentrão, que lesionado, acabou ficando de fora da lista de convocados, dando espaço para Eliseu.

No meio-campo, Portugal começa a mostrar a sua nova geração. Willian Carvalho e Danilo Pereira devem ser titulares ao lado do experiente João Moutinho, enquanto João Mario, Adrien, e o diferenciado Renato Sanches, (já comprado por 35 milhões de euros pelo Bayern junto ao Benfica), esperam uma oportunidade, garantindo qualidade de sobra ao elenco. Qualquer um destes seis poderia ser titular e dar conta do recado, fora que Bernardo Silva, também lesionado, ficou de fora.

No ataque, Rafa Silva e Nani devem atuar ao lado de Cristiano Ronaldo, embora Quaresma, André Gomes e Éder também estejam na briga por uma vaga no XI titular.

Portugal é a grande favorita deste grupo F. Não larga como uma das principais candidatas ao título, mas pode sim surpreender e conquistar a taça, ou ao menos chegar em uma semifinal, como aconteceu em 2012.


Time-base: Rui Patrício; Vieirinha, Pepe, Ricardo Carvalho e Guerreiro; Danilo, João Mário e Moutinho; André Gomes, Nani e Cristiano Ronaldo.

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