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Guia da Copa América do Centenário 2016



A Copa América do Centenário, tem início nesta sexta-feira, 3 de junho, com um jogão entre Estados Unidos e Colômbia. A competição acontecerá entre os meses de Junho e Julho, nos EUA. O torneio reunirá 16 equipes, das três Américas.

Nós preparamos um Guia, dando ênfase aos jogadores que atuam no futebol europeu, para você não perder nenhum detalhe do torneio, que promete ser muito bom!

Também confira aqui todas as listas de convocados para a competição.



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Grupo A




EUA





Mais de 20 anos depois, os Estados Unidos voltam a receber um grande torneio com a Copa América Centenária 2016. O crescimento do futebol no país  desde o Mundial de 94 é notável, e com ele, cresceram também as cobranças por um bom desempenho. O técnico Jürgen Klinsmann muito pressionado, sobretudo após a eliminação para a Jamaica na Copa Ouro 2015, e a derrota no playoff classificatório para a Copa das Confederações contra o México. As escolhas para a seleção e o desentendimento com Landon Donovan não agradaram a maior parte dos torcedores. Apenas os resultados vinham o mantendo, e com a queda de rendimento, a sua saída poderá se tornar inevitável.





Aos poucos, a ilusão foi virando decepção, justamente quando o US Team tem a sua melhor geração de atletas na história. Para a defesa, Cameron, Brooks e Besler são jogadores já conhecidos, e devem disputar posição na defesa. No ataque, sem Altidore e Áron Johansson, lesionado, Dempsey passa a ser a referência, ao lado dos jogadores que atuam na Bundesliga. Klismann convocou diversos jogadores que atuam em sua terra, como Johnson, Chandler, Bobby Wood e o prodígio Christian Pulisic.


Grande promessa do Borussia Dortmund, Pulisic pode se transformar em uma nova estrela do futebol norte-americano, papel carente desde a aposentadoria de Donovan. Ele é a aposta da vez, como Julian Green foi no Mundial do Brasil, dois anos atrás. Contudo, ele ainda não será titular nesta Copa América Centenário, e vai ir entrando no time aos poucos, nos próximos anos.


Paraguai







Depois de ficar de fora da Copa do Mundo de 2014 e de ser lanterna nas eliminatórias, o Paraguai fez uma boa Copa América 2015, quando chegou nas semifinais. O técnico Ramón Díaz vai tentando trazer de volta a segurança defensiva ao selecionado Guarani, que não conta com estrelas, como já teve em outras épocas recentes.


Ficam como destaques os jovens Juan Iturbe, Romero, Lezcano, Benítez e Sanabria, todos muito promissores, apesar da pouca idade.


Costa Rica



A sensação da Copa do Mundo de 2014, a Costa Rica parece ter perdido forças desde a saída de Jorge Luís Pinto, e a chegada de Óscar Ramírez, mesmo que o grupo de jogadores se mantenha.


Principal nome do país, o goleiro Keylor Navas, do Real Madrid, estará ausente por conta de uma lesão no pé. Outros destaques da Copa de 2014, como Oscar Duarte, Celso Borges, Bryan Ruiz, Cristian Bolanos e Joel Campbell,  contudo, estarão presentes nos EUA.



Colômbia





José Pekerman continua no comando da Seleção colombiana, que espera nesta Copa América Centenária 2016, seguir dando sequência aos bons resultados recentes. 

Após uma grande queda de rendimento, nomes como Freddy Guarín, Radamel Falcao, Adrián Ramos e Jackson Martínez não foram convocados, enquanto Juan Fernando Quintero e Muriel não apesentaram o crescimento esperado.



Com isto, os embaixadores do futebol colombiano seguem sendo James e Cuadrado, que agora terão ao seu lado alguns jogadores emergentes de destaque no futebol local. O principal deles é Sebastián Pérez, meia cerebral, hábil e de excelente passe. Outro talento que o Atlético Nacional irá ceder para esta seleção cafetera que vai à Copa América centenária é o jovem Marlos Moreno. Winger veloz e hábil, é uma das grandes promessas do futebol colombiano, assim como Roger Martínez. Mas, a referência na frente deverá continuar sendo Carlos Bacca, do Milan.


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Grupo B



Brasil





A Seleção brasileira chega gerando poucas expectativas para esta Copa América do Centenário. O grande craque do país, não foi convocado para a competição, pois o Barcelona só liberou a sua presença para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Outro grande destaque brasileiro, Douglas Costa está lesionado, e foi cortado da convocação, deixando um grupo sem referências, justamente em um momento muito complicado.


Depois dos fracassos na Copa do Mundo 2014 e na Copa América 2015, seria terrível para o Brasil tropeçar de novo. A fórmula de trabalho do técnico Dunga, que foi útil em sua primeira passagem, já está ultrapassada, assim como os seus conceitos de futebol. Os principais defensores do país, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo, foram deixados de fora por opção do comandante, que convocou vários jogadores com idade Olímpica.


Dunga não comandou a Seleção que representará o país na Olimpiada em nenhum amistoso, deixando a missão para Rogério Micalle, treinador da Seleção Sub-20. Agora, faltando poucos meses para a competição multiesportiva, mistura um grupo Sub-23 com outro que vai disputar uma competição da Seleção principal. Corre o risco de expor o time de cima ao terceiro fracasso seguido, e ainda por cima atrapalhar o trabalho do time Olímpico.


Novos fracassos poderiam afetar ainda mais a continuação da Seleção para as eliminatórias, onde terá de disputar uma vaga na Copa do Mundo da Rússia, que será realizada em 2018. A falta de planejamento, pode mais uma vez ajudar a afundar o futebol brasileiro, que sofre com a incompetência dos cartolas, e vai sendo castigado no decorrer dos anos.


Resta somar os bons valores que vão aos Estados Unidos, e tentar montar uma equipe capaz de surpreender. Dos 23 jogadores brasileiros inscritos na competição, poucos realmente se destacaram na última temporada européia, até porque dois dos prováveis titulares atuam no futebol chinês (Gil e Renato Augusto). Os de melhor desempenho, foram o atacante Jonas, chamado de última hora para o lugar de Ricardo Oliveira, o volante Casemiro, campeão da UEFA Champions League com o Real Madrid, e o ainda irregular Philipe Coutinho.


Já em final de carreira, e atuando na MLS, o meia atacante Kaká foi convocado após o corte de Douglas Costa, e terá a missão de liderar esta seleção brasileira. Ironicamente, Kaká disputará a primeira Copa América da carreira. Depois de pedir dispensa da competição em 2007, ele ficou de fora da competição por opção dos treinadores em 2011 e 2015, mas agora tem a chance de mostrar que ainda pode atuar em alto nível.


Fica difícil de prever até onde a Seleção poderá ir nesta Copa América do Centenário 2016. Não está impedida de ser campeã, mas chegar nas semifinais, indo mais longe do que no ano passado, mesmo em um torneio de melhor nível técnico, já poderá ser considerado um bom desempenho.


Peru





Depois de uma boa participação na Copa América 2015, quando chegou nas semifinais, o Peru tenta repetir a dose novamente.



A aposta é no seu ataque, formado por Paolo Guerrero, Farfán e Pizarro, aliado ao trabalho do competente técnico argentino Ricardo Gareca.


Haiti


Nenhuma outra seleção desta Copa América Centenaria é tão desconhecida como o Haiti. Considerada a mais fraca das 16 seleções, a equipe haitiana não pode ser menosprezada, já que algum mérito ela teve para chegar nesta etapa final.



Alguns jogadores atuam no futebol europeu. A zaga parece o setor mais forte. Placide joga no Reims e Genevois no Nice. Ainda restam alguns representantes de equipes do velho continente no setor de retaguarda, como Alcénat do Steaua de Bucarest, Goreux do Standard Liége e Lambese, ainda na equipe B do PSG.



Na frente, os destaques vem em menor quantidade. Contudo, chamam a atenção o mia Soni Mustivar, que já atuou na Romênia e hoje milita na MLS, e o atacante Wilde-Donald Guerrier, do Wisla Cracóvia.


Equador



O Equador que vai à Copa América não terá a altitude a seu favor, mas conta com a base que faz ótima campanha nas eliminatórias para a Copa do Mundo.

Contudo, o Equador vai até a Copa América sem o seu principal jogador, Felipe Caicedo. Assim, o país espera contar com os gols de Enner Valencia, atacante do West Ham.

A luta deverá ser com o Peru pelo 2º lugar do grupo, já que o favorito da chave é o Brasil.

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Grupo C




México





Campeão da Copa Ouro 2015 e sempre muito forte quando conta com sua força máxima, o México chega com boas expectativas, sob a orientação de Juan Carlos Osorio, para esta Copa América do Centenário.


Como nomes como Giovani dos Santos e Carlos Vela em atritos com Osorio, ganharam espaço na seleção mexicana, caras novas, como os wingers Hirving Lozano e Jürgen Damm. Rafa Márquez seguirá sendo o grande líder desta seleção mexicana, enquanto os destaques técnicos ficam por conta dos jogadores campeões da Eredivisie com o PSV: Héctor Moreno, possível companheiro de Rafa na zaga, e o habilidoso Andrés Guardado.



Individualmente, Javier Hernández, o Chicharito, segue sendo o grande embaixador do futebol mexicano. O artilheiro vive um momento espetacular com a camisa do Bayer Leverkusen, depois de já ter defendido Real Madrid e Manchester United. Chicharito foi inclusive escolhido para a seleção da Bundesliga 2015-2016.

Difícilmente o México não passará de fase, já que é a melhor seleção do Grupo C, na teoria. No mata-mata, terá duelos complicados, mas pode sim ser considerada uma candidata ao título. 


Venezuela


Tomas Rincon, capitão da Venezuela. Foto: Mike Ehrmann/Getty Images



Nunca antes, a Venezuela chegou em uma Copa América com tantos atacantes brilhando em grandes  ligas européias. Salomón Rondón vem muito bem no West Brom, o garoto Adalberto Peñaranda fez uma bela temporada com o Granada, enquanto Christian Santos, do NEC Nijmegen, foi a grande revelação da Eredivisie. Isto que ainda resta o veloz Jonathan del Valle, outro que fez grande temporada no futebol  turco.



O técnico Rafael Dudamel conta com opções muito mais interessantes com relação aos seus antecessores para organizar a vinotinto, que parece até ter mais futuro do que agora. Ainda vale destacar algumas peças, como Juanpi Añor, grande promessa do Málaga, o goleiro Dani Hernández, o experiente zagueiro Vizcarrondo e o meia do Atlético Nacional, Alejandro Guerra.


Jamaica



Morgan fez sucesso na zaga do campeão inglês Leicester City


A grande estrela desta seleção jamaicana é o zagueiro Wes Morgan, campeão da Premier League 2015/16 com o Leicester. Contudo, mesmo sem outros grandes nomes, a Jamaica não deixa de ser um time muito forte.

A forte defesa jamaicana, aliada à velocidade nos contragolpes levaram a equipe à final da Copa Ouro e à uma boa Campanha na Copa América 2015. Se Uruguai, México e Venezuela, quiserem arrancar pontos dos jamaicanos, terão de suar muito.



Uruguai




Maior campeão da história da Copa América com 15 conquistas, o Uruguai sonha em levantar a taça, mesmo sem chegar como favorito, como aconteceu em 2011.


A grande novidade na relação com a Copa América de 2015 é a presença de Luis Suárez, um dos melhores jogadores de futebol do planeta, e o vencedor da chuteira de Ouro da temporada 2015/16, prêmio dado ao maior maior artilheiro do futebol europeu. Ele não participou da competição no ano passado ainda por conta da suspensão gerada por conta da mordida em Chiellini, na Copa do Mundo 2014.



A aposta uruguaia é na base bem armada por Óscar Tabarez e nos gols de Cavani e Luisito, uma fórmula que tem gerado um certo sucesso nos últimos anos.


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Grupo D




Argentina






Esta parece ser a hora certa para a Argentina voltar a ser campeã. Com uma de suas melhores gerações da história, o time vem de duas derrotas consecutivas em finais (Copa do Mundo 2014 e Copa América 2015), e um novo tropeço poderia complicar a continuidade do trabalho. A equipe albiceleste chegaria ao Mundial da Rússia em 2018 muito pressionada, e tendo adversários mais difíceis pela frente, já que terá de encarar as principais potências européias atuando em seu continente.


Mais do que isto, desde 2004 a Argentina não tem uma chance tão clara assim de conquistar uma taça. O Brasil vai à Copa América sem Neymar, e o Chile não terá Jorge Sampaoli. Por mais que estas duas seleções sigam sendo fortes, por mais que o Uruguai vá ter Suárez, a Colômbia siga com Pekérman, e Estados Unidos e México terão força máxima, o elenco argentino é o melhor do torneio. E ainda estará com força máxima, já que não há muitos problemas de lesão, e poucos nomes que foram ao Chile em 2015, não estarão na competição em 2016.

Zabaleta, Garay e Tevez foram deixados de lado por opção. Paulo Dybala, a grande promessa argentina, que é cada vez mais uma realidade, não foi convocada, provavelmente sendo preservado para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.


De resto, a base é a mesma dos últimos torneios. Sergio Romero seguirá sendo o goleiro, como já é a quase uma década. Na linha defensiva, Mercado, Otamendi e Funes Mori ganharam de vez as suas posições, e deverão atuar ao lado de Marcos Rojo.

Do meio para frente, há qualidade em abundância. Mascherano segue sendo o xerife na frente da área, enquanto Ever Banega e Augusto Fernandez deverão disputar um lugar ao lado dele. 



Mais à frente, Lionel Messi, o melhor jogador de futebol do planeta, busca enfim a sua consagração com a seleção, apoiado por Angel Dí Maria, renovado após uma ótima temporada no PSG, e Higuaín, artilheiro do último campeonato italiano com a expressiva marca de 36 gols. Ainda há Sergio Aguero, Nicolás Gaitán e Erik Lamela, que depois de quase ser descartado, foi uma das principais peças do Tottenham na temporada 2015/16.

Qualquer coisa que não seja pelo menos uma nova final, será considerado um fracasso tremendo. Mas, mesmo uma nova perda da taça, gerará uma frustração tremenda.



Bolívia



A Bolívia vai para esta Copa América com um time tecnicamente limitado, e que não terá ao seu lado a altitude de La Paz. A aposta é no entrosamento, já que a equipe tem como base os três melhores times do país, o Jorge Wilsterman, The Strongest e o Bolívar, de boas campanhas recentes na libertadores.


De resto, vale destacar o maestro do Strongest Pablo Escobar, que possui uma certa qualidade técnica e no melhor jogador deste elenco, o centroavante Marcelo Moreno, ex-Grêmio e Cruzeiro, hoje na China.

Panamá


Panamá não tem muitas expectativas

Mesmo sem estrelas, o Panamá tem conseguido manter uma regularidade de bons desempenhos atuando contra os rivais da CONCACAF, especialmente por conta da boa organização tática estabelecida pelo treinador Hernan Gomez e da capacidade física. Quando sai da sua zona, no entanto, tem dificuldades, e assim deverá, ser neste torneio panamericano.



O elenco que vai aos Estados Unidos para a disputa da Copa América centenária conta com alguns jogadores experientes, como o zagueiro Baloy, e jovens como o atacante Ismael Díaz, atleta do Porto B, que é um dos três  únicos jogadores desta seleção panamenha que atuam na Europa. Os outros dois são Darío Gómez, Éric Davis, do DAC da Eslováquia, e Abdiel Arroyo, do RNK Split da Croácia.

Chile




Campeão da Copa América em 2015, quando sediou o torneio, o Chile vai até à América do Norte tentando vencer também a competição Centenária. Contudo, já não mais terá o trabalho do competente Jorge Sampaoli, que deixou o seleção andina no segundo semestre de 2015, e deu lugar à Luís Antonio Pizzi.


A espinha dorsal chilena é composta por três jogadores que vem de uma sequência de grandes temporadas no futebol europeu: o goleiro Claudio Bravo, do Barcelona, o meia Arturo Vidal da Juventus e o atacante Alexis Sánchez, do Arsenal.



Se juntam a eles, nomes como o ótimo Charles Aranguiz do Bayer Leverkusen, o competente Marcelo Díaz e o perigoso atacante Vargas. Um time sempre ofensivo, intenso, mas que parece ter caído de rendimento entre as duas edições. O desempenho do Chile é uma grande incógnita, justamente na ocasião onde a equipe tem a chance de entrar de vez para o clube das forças do futebol do Continente e do planeta.

As sedes da Copa América do Centenário



Também foram definidas as 10 sedes  do torneio, escolhidas entre 24 candidatas que apresentaram propostas no início deste ano. Foram selecionadas as seguintes sedes: Boston (Gillette Stadium), Chicago (Soldier Field), Houston (NRG Stadium), Los Angeles (Rose Bowl Stadium), Nova York (MetLife Stadium), Orlando (Orlando Citrus Bowl Stadium), Filadélfia (Lincoln Financial Field), Phoenix (University of Phoenix Stadium), São Francisco (Levi’s Stadium) e Seattle (CenturyLink Field).


A Argentina jogará em Santa Clara (6 de junho), Chicago (10 de junho) e Seattle (14 de junho). O Brasil atuará em Pasadena (4 de junho), Orlando (8 de junho) e Foxborough (12 de junho). O México jogará em Phoenix (5 de junho), em Pasadena (9 de junho) e em Houston (13 de junho), enquanto os donos da Casa, os Estados Unidos, abrem o torneio em Santa Clara (dia 3 de junho), e jogam ainda em Chicago (7 de junho) e Filadélfia (11 de junho). As quartas de final terão jogos em Seattle, Nova York, Foxborough e Santa Clara, California, enquanto as semifinais ocorrem em Houston e Chicago, com a decisão acontecendo no MetLife Stadium, casa de New York Giants e New York Jets, equipes da NFL.

Copa América do Centenário - Tudo sobre o torneio

A Bola da Copa América do Centenário





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