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Zidane hoje já é treinador, Henry comentarista. Dos 11 titulares da seleção francesa que decidiu a final da Copa de 2006 com a Itália, há quase 20 anos atrás, apenas Ribery e Malouda seguem em atividade. Enquanto o primeiro defende o Bayern, o outro tenta arrecadar alguns últimos trocados no futebol egípcio. A França hoje se desprende, da sua segunda geração de Ouro, tentando fazer aquilo que a sua primeira grande turma, liderada ainda nos anos 80 por Michel Platini conseguiu: conduzir o país à conquista de uma Eurocopa, jogando em casa.


Agora, craques comp Pogba, Griezmann, Payet e cia., terão a missão de levar os Bleus a uma grande conquista. Elenco para isto, o técnico Didier Deschamps tem em suas mãos. Com várias opções, para todos os setores do campo, a França tem um elenco superior ao da atual bicampeã europeia Espanha, e até melhor do que o da atual campeã mundial Alemanha. Talvez, apenas a Argentina, tenha tantas opções quanto os franceses, embora não apresente tantos laterais de qualidade, a AFA tenha todos os problemas já conhecidos, e a albiceleste só seja uma possível inimiga francesa para a Copa de 2018, e não para a Euro.



Para o gol, os franceses tem o experiente Lloris como titular, mas Mandanda pode dar conta do recado, sem maiores problemas. Contudo, a grande preocupação da França passa pelo setor defensivo. Os medianos Jallet e Sagna são opções para a direita. Adil Rami e Laurent Koscielny não são os zagueiros mais confiáveis (Mangala é a opção no banco), enquanto Patrice Evra também já não mais passa segurança pela esquerda (ele ainda tem a sombra de Digne). Além de tudo, este foi o setor na França mais castigado por conta das lesões. Kurt Zouma, Varane, Sakho e Laporte tiveram problemas na preparação, ficando de fora da lista final.



Se na defesa, a França se preocupa, do meio para frente é que a abundância chama a atenção. Para o setor de contenção, Lassana Diarra (Olympique de Marselha) foi outro a se lesionar no período de preparação, dando lugar a Morgan Schneiderlin (Manchester United) na convocação final de Deschamps. Uma das principais revelações recentes da Premier League, N'Golo Kanté, jogador fundamental no campeão inglês Leicester, pode ser um dos pilares desta Seleção francesa Kanté é do tipo de jogador que corre muito e ocupa vários espaços no campo, tanto na horizontal, quanto na vertical. Ele é capaz de destruir as jogadas e aparecer na frente com a mesma eficiência, se tornando a peça que todo o treinador gostaria de ter em seu grupo.


Para as posições de Playmaker e box-to-box, além de Kanté, Les Bleus contam com vários jogadores de qualidade. Inclusive, aquele que é provavelmente o melhor jogador do time: Paul Pogba. Além do jogador da Juventus, Yohan Cabaye e Blaise Matuidi, outro dos jogadores mais completos da atualidade, são capazes de fazer qualquer uma das funções do meio-campo. O armador de jogadas da equipe, deverá ser Dimitri Payet. Tanto no 4-1-4-1, quanto no 4-2-3-1, o  jogador do West Ham, pode ser o meia central ou um winger, auxiliando os atacantes com a dua genialidade. Payet também é hoje um especialista nas cobranças de falta, podendo usar esta arma para decidir um jogo a qualquer momento.


No ataque, Antoine Griezmann, pelo que tem feito no Atlético de Madrid, parece titular absoluto, e um dos grandes candidatos à destaque individual da Euro. Hatem Ben Arfa renasceu jogando no Nice, e poderia ser uma boa opção pelos lados, mas está apenas na lista de suplentes, que só vão à euro caso um dos 23 tenha algum tipo de problema. Com isto, os jovens Martial e Coman devem ganhar boas chances, inclusive na equipe titular, apesar da pouca idade. No comando de ataque, Giroud e André-Pierre Gignac foram os convocados por Deschamps. Ambos podem ser muito úteis, sendo sempre garantia de gols. Kevin Gameiro e Alexandre Lacazette, pela reta final de temporada, talvez fossem merecedores da convocação (aparecem apenas na lista reserva), mas só podiam ser inscritos 23 atletas.




Para demonstrar ainda mais o poder da seleção francesa, Valbuena e Benzema, envolvidos em uma polêmica fora de campo, foram afastados do grupo e da convocação. A ausência dos dois na Euro, assim como de Ribery, vai fazer o grupo perder bastante em experiência, mas mesmo assim, ainda sobra qualidade nos nomes convocados. A ressalva a ser feita, é justamente sobre a juventude desta seleção francesa, que pode pesar em um momento de pressão. De resto, dá para apontar os comandados de Deschamps como os grandes candidatos ao título, talvez ao lado de Alemanha e Espanha. Itália, Bélgica e Inglaterra, poderiam ser colocadas em uma linha, um pouco atrás.


Time-base: Lloris; Sagna, Rami, Koscielny e Evra; Kanté, Matuidi e Pogba; Payet, Griezmann e Giroud.

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