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Há dois anos, Real Madrid e Atlético de Madrid se enfrentaram em Lisboa, no jogo que consagrou a sonhada "La Decima" conquista de Champions League madridista. Um jogo épico, que será reeditado no próximo Sábado, em mais uma final de Champions League.


A Batalha aconteceu as margens da Catedral de Lisboa , no Estádio da Luz. De um lado, o virtuoso e badalado Real Madrid, e  do outro o Bravo e aguerrido exército do Atlético de Madrid. Certa vez, o presidente da FIFA chamou Cristiano Ronaldo de General. Pois era do General a missão de comandar os protegidos de Cibele. Já os protegidos de Poseidon eram liderados pelo Comandante Diego Simeone, e tem  a fama de serem a nova versão do Exército Espartano, comandados em campo por Arda "Leônidas" Turan, que infelizmente ficou de fora da partida.Infelizmente por que literalmente, nenhum jogador é tão a cara do Atlético quanto ele. Quando o árbitro Bjorn Kuipers apitou, o mundo parou para acompanhar o grande encontro anual de fãs do Futebol.

O jogo começou, mais ou menos como esperado: o Atlético encaixando a sua boa marcação e o Real com mais posse de bola. O Real iniciou com Khedira substituindo Xabi Alonso na primeira função, o que não mudava muito o jeito de jogar da equipe.



Mas o Fundamental é que o jogo foi do começo ao fim intenso, pegado e peleado. Em uma partida assim, só uma lance de bola aérea ou uma jogada individual para resultar em gol. E foi na bola aérea, que o zagueirão Godín encobriu o goleiro Casillas do Real Madrid e colocou o Atlético de Madrid em vantagem no marcador, algo que permaneceria durante o restante dos 90 minutos de tempo regulamentar. Sõ que não nos acréscimos.

O Real não conseguia armar as suas tradicionais jogadas, e mesmo quando Isco entrou no lugar de Khedira, o time foi muito mais na base do Coração que da virtude para cima do Atlético,que se defendia bem. Mas a Final da Champions League é um jogo mágico. E com esta magia, já nos acréscimos, Sergio Ramos meteu a cabeça na bola e empatou a partida, levando ela para a prorrogação.



Certamente o Atlético sentiu o golpe o gol de empate. Mais do que isto: foi quem passou a maior parte do jogo marcando, se desgastando, por não ter a bola. O Real pareceu mais inteiro. Enquanto os jogadores do Atlético se estiravam no chão e bebiam água antes da prorrogação, os do Real se mantinham de pé, e acima de tudo , motivados .Também da para ressaltar, a coragem de Ancelotti. Ele tirou o único volante, deixou o time com seis jogadores de característica ofensiva do meio para frente, promoveu a entrada de um lateral agudo (Marcelo, que aliás, entrou muito bem) e foi premiado na prorrogação.

Não deve ser fácil jogar ao lado de Messi na seleção e de Cristiano Ronaldo no clube,  e ainda assim, brilhar. É isto que faz Di Maria, que na prorrogação, rasgou a defesa do Atlético a dribles pelo lado esquerdo e colocou uma bola na cabeça de Bale, que colocou o Real Madrid na frente do placar.




O gol deixou o Atlético de Madrid sem chão. O time ficou totalmente abatido em campo. Vendo isto, o Real aproveitou e marcou o terceiro gol com Marcelo, após lance individual e chute bem colocado, mais ou menos da meia-lua da grande área, e o quarto, com Cristiano Ronaldo, que se arrastava em campo cansado e sentindo uma lesão. Mas mesmo assim, ele foi um guerreiro e marcou de pênalti, que ele mesmo sofreu, o seu 67° gol na História da Champions League, o 17º só nesta edição, e deu números finais à partida: Real Madrid 4 x 1 Atlético de Madrid. Uma final para a História.



 


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